
Happiness Blog
O sonho parece verdade, quando a gente esquece de acordar

No dia do seu aniversário Muitos queridos estavam presentes Desses muitos, a maioria não era visível Porque nem sempre todo mundo é visível Ela passava e nem notava Ou deixava de notar, para não se atrapalhar Mas foi surpreendida na cozinha Quando ele, que também se fazia de desapercebido, apareceu! Não muito preocupados, em poucos instantes Lá estavam despidos Ou quase, um praticamente quase, despidos Ela estava de calcinha rosa e ele de cueca azul Cores que representavam a masculinidade e a feminilidade, ambas em suas funções Foi um agarramento sem piedade, diferente, ilusório, mas muito real Havia carinho, cumplicidade, mas sem tempo de dizer nada ou muito Estavam receosos, fecharam a porta e lá ficaram abraçados Felizes pelo reencontro, suspirando de encanto e alegrando-se de satisfação Sonho de mentira, que parece verdade, mas não passou de imaginação....
Escrito por MP às 21h12
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O poeta finge

O insignificante do significadoMostrou-me a importância do comigo Comigo reluzente, dançando alegremente Vivendo o presente, sendo mais contente Acreditando neste dia, que é mais belo que o outro Pois no sim vivo querendo Esperar aquela hora, em que ninguém chora Mas alegre mente, e entende que deveras sente a dor pois o poeta finge tão completamente por aquilo que vai ou chega, que assim persiste no acerto do incerto
Escrito por MP às 00h45
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