Ele chegou e perguntou de você. Disse que foi o melhor. Perguntou se eu seria capaz de não te ver mais. E dei aquela engolida seca. Não sei se conseguiria abdicar disso ou se saberia viver sem isso. Disparo coisas sobre um Chão de Giz, há meros devaneios tolos a me torturar... Eu vou te jogar num pano de guardar confetes, disparo balas de canhão, é inútil pois existe um grão-vizir, queria usar quem sabe, uma camisa de força ou de vênus, só assim me calaria disso tudo. Mas disse que não o beijaria, gastando assim o meu batom. Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra vez. Pra sempre fui acorrentada ao seu calcanhar. No mais estou indo embora...Baby!